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Anedotas
- Porque levas a cama às costas?
- Ordens do médico. Disse-me para não largar a cama até à próxima semana. Luso-Poemas
Pra onde foi e está minha criança, que eu acalentei por muitas noites e seu sorriso,que me dava esperança? Para onde foi e está minha menina, que sonhei com um sonho de adulto, para onde foi,onde está a obra prima? Pra onde foi e que lugar você se esconde? Pois eu preciso logo saber para encontrar, minha menina, que cresceu pra me deixar. 17-10-08-VEM- Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=61458 ![]() Diferentes... ou desiguais.... Cor, sexo, escolha.... Somos o que somos!!!! Ricos ou Pobres Negros ou Brancos Pervertidos ou Santos.... Somos iguais.... E mais.... Na hora do depois.... Tanto faz!!!! Seremos pó..seremos outros com a mesma alma... seremos eternos... ou jamais.... Mas nesta hora.... Talvez alguns..... Vai ser tarde demais..... by S_Adverso C.S Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=61457 ![]() Enquanto a chuva chorava la fora... Nosso fogo em brasas, chama da alma Pingos brincavam de musica na vidraça Regido por gemidos que me inspirava... Por vezes, mistura de tons entoava No grito do seu prazer me calava Enquanto a chuva chorava la fora Nosso fogo em brasas chama da alma No silencio da musica que tocava Meus olhos te desejavam No toque do seu desejo me entregava Enquanto a chuva chorava la fora... by S_Adverso Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=61456
SINTO POR NOS
(Luiz Islo Nantes Teixeira) Sinto me bem diferente Mas embora os amigos torcam Embora os parentes se esforcam Nao me vejo ao teu lado Vejo, sim, bem claramente Pois nao posso resgatar a paixao E fazer com que o meu coracao Se sinta outra vez excitado E como se tivesse um oco no peito Onde nao exista mais sentimento Aquela vontade de beija-la a todo o tempo Que eu tinha tempos atras Agora e cada um de seu jeito Vivendo no seu mundo,seu canto Relebrando o doce encanto Que nao temos mais Ate parece, eu digo Que me acostumei a viver sozinho Conversando comigo mesmo baixinho E fazendo minha propria comida Sabendo que voce vive e eu sigo Vivendo em alguma cidade deste mundo Passeando nos mesmos lugares Procurando os mesmos luares Que um dia testemuharam o amor profundo Que ja te dei na sua vida Sinto muito por nos E por tanto tempo desperdicado Pelo nosso presente julgando o passado E a troca de olhares infelizes Sinto ate na voz Quando falo com uma nitida emocao Da perda de uma grande paixao Que nos deixaram tantas cicatrizes. © 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP) Globrazil@verizon.net or Globrazil@hotmail.com Brazil - (021) 2463-7999 - Claudio USA - (1) 914-699-0186 - Luiz Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=61455
Era a luz no seu olhar...
A emoção de um despertar, A descoberta de um novo ser. Menina dos olhos sensível e firme Viva a mirar o meu rosto estático Com os olhos lindos que à lembrança imprime Quando o sol se pôs, lá, qual fogo aceso, Brilhou esta luz nos teus olhos verdes; Reflexo de quem a ti estava preso Amor em face de reconhecer si mesmo. Vi que estavas em mim... Mais que a mais surpresa Vi que vias em mim o amor que estava em si mesma... Refleti Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=61454
Cresce insano mundo,
Porque te multiplicas em cada alvorecer, Envelhecem nossos dias, Passam o tempo e as fantasias, A humanidade se faz obscurecer. Friamente, aceleradamente, Imerge na noite, Se multiplica e destrói a tudo, Faz inferno seu próprio mundo, O seu orgulho é seu açoite. A humanidade se entenebrece, Pois se multiplica e o mundo desumaniza, Se multiplica em desonestidade, Se multiplica em desigualdade, Se multiplica em tudo e se desarmoniza. A humanidade se multiplica e empobrece, Ocupando espaços por toda a terra, Muda a paisagem de toda a esfera, E sob o solo nada mais floresce. A humanidade se multiplica e nos entristece, Assim como se multiplica a sede da destruição, Até interromper a vida do próprio irmão, Num mundo que a dor é a luz que o aquece. A humanidade se multiplica, E que história amanhã iremos contar, Se nosso crescente mundo de dor, Destruir o belo mundo de amor, Que Deus pôde nos presentear. Esses são relatos da indignação, Se somos vilões de tantas guerras, Contra nós mesmos e o que nos cerca na terra, Criamos nosso próprio mundo de destruição. Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=61453
Parto sem olhar para trás
Comigo levo a saudade O sofrimento, a solidão… Ausento-me para encontrar-te Numa outra dimensão Em novos paralelos de mim Transvazando a dor Na terra remexida e húmida Em jardins esquecidos De flores murchas e orvalhadas Em labirintos desconhecidos Onde habitam os fantasmas de mim Na noite cerrada e enegrecida Desta ilha longínqua Desconhecida de si Deambulo desnuda De secretos tesouros Mas trajada de ti Escrito a 20/11/08 Video: Monica Naranjo - Amame o dejame Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=61451
Já não voltarei a escrever... As palavras cravam-se no peito, Transformando letras em lágrimas, Deixando o meu coração desfeito, Sem rumo, sem sentido, Um coração desfeito, Sem ser capaz de te explicar. O porquê de já não saber rimar... As palavras não me obedecem, As letras pouco a pouco desaparecem, Voam do meu coração, Já não me conhecem... Talvez tenha chegado a hora do fim. Talvez tenha chegado o momento de dizer adeus De partir e deixar o silêncio falar por mim... Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=61449 | ||||||
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